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Os números importam! O uso Inteligente da Informação garante tomada de decisão mais assertiva

Os números importam! O uso Inteligente da Informação garante tomada de decisão mais assertiva

Estamos diante da “Era do Conhecimento”. Entre outras coisas, isso significa que além do uso de meios eficientes para a obtenção de informações, as empresas precisam atentar-se que a eficácia de uma análise mais aprofundada destas assume importância crescente no processo decisório e no cumprimento dos propósitos estratégicos, vitais à manutenção competitiva das organizações.

 

Engana-se o gestor que pensa que basta transformar dados em informações e se cercar da maior quantidade delas para melhor reagir aos problemas. Mais do que o olhar isolado para cada uma, torna-se necessário conhecer a dinâmica e a potencialidade das informações no seu conjunto: as possibilidades de suas inter-relações, os resultados de seus cruzamentos, os indicativos de seus padrões e os apontamentos de tendências. Todos esses são recursos primordiais que instrumentalizam os gestores nos seus esforços de antecipações de eventos e os habilitam à tomada de ações proativas, evitando (ou amainando) potenciais impactos negativos às organizações.

 

Ainda além, quando a gestão se dá com base em informações com características de relatividade, peculiaridade, imponderabilidade e multiplicidade técnico-interpretativa, o nível de complexidade de gerenciamento destas é bem maior. Neste caso, o fator proatividade torna-se ainda mais importante, em virtude das variáveis que envolvem o tema, pois, depois de acontecido, pouco se pode fazer sobre o problema instalado e seus decorrentes custos de recuperação. Não adiantará muito usar tardiamente das informações, porque estas apenas servirão para se reagir aos fatos como simples atenuantes.

 

Peguemos como exemplo o gerenciamento de programas de saúde nas empresas, dentre os mais comuns: o benefício de assistência à saúde e o benefício medicamento (PBM).

 

Usufruem menos aqueles gestores que valorizam o benefício PBM apenas pelos atributos frontais do grande apelo de atração e retenção de talentos e da possibilidade de relações de emprego com melhores condições de saúde e qualidade de vida aos quadros das organizações. Quem se limita a estes motivos não imagina que em decorrência das operações de ambos benefícios são gerados expressivos volumes de informações muito valiosas, pela correlação de complementaridade que tais fontes de dados guardam entre si e pela coincidência, em sua quase totalidade, dos contingentes de seus beneficiários. Geralmente, os usuários de um estão presentes no outro e o ato de uso destes benefícios tem sua correlação no outro. Ou seja, em tese: quem compra um medicamento, possivelmente, teve-o receitado por um médico; quem faz uma consulta médica, provavelmente, necessitará adquirir o medicamento eventualmente prescrito.

 

Destas duas fontes, podem-se extrair de seus dados: cadastrais, financeiros e de utilização; informações das mais elementares às mais elaboradas, que por suas vezes propiciarão aos gestores, relativamente, uma menor ou maior capacidade analítica, preditiva e decisória.

 

A título de melhor exemplificação, demarquemos três patamares de informações em PBM: i) “Convênio Farmácia”, ii) “Assistência Farmacêutica” e iii) “Gestão Integrada de Informações Assistenciais Médico-Farmacêutica”.  Na continuação desse tema, serão detalhados cada um destes patamares para uma melhor compreensão de suas distinções. Não perca!

 

*Texto de autoria de José Carlos Bitencourt Andrade –  Assessoria em Desenvolvimento de Mercado da Funcional.

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