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Paciente como protagonista na contramão do cuidado em massa

Paciente como protagonista na contramão do cuidado em massa

Você já deve ter percebido que o mundo passou e ainda transita por uma revolução sobre o papel dos seres humanos e a função das empresas. Um exemplo claro é o que estamos vivenciando no varejo, em que as ações de massa já não conquistam mais os corações dos consumidores. Os indivíduos buscam cada vez mais a personalização, a conveniência e o propósito para se relacionar com as marcas. E o que isso ensina para a gestão de Programas de Suporte à Pacientes?

 

Durante muito tempo as pessoas tiveram papel de coadjuvante em todas as áreas das suas vidas. E não foi diferente com a saúde, como no atendimento médico de emergência e os protocolos massivos de tratamento para seus problemas. Entretanto, com o avanço do empoderamento de cada um, passou-se a fortalecer a noção de que cada ser humano é único e que merece ter seu valor respeitado. Ou seja, um aprendizado fundamental para a economia como um todo e que deve orientar os negócios nos próximos tempos é a humanização das relações.

 

Quando fazemos esse recorte da gestão de saúde para os Programas de Suporte à Pacientes, é preciso também pensar em fazer diferente e centrar a atenção no paciente, entendendo toda a sua jornada, desde o diagnóstico ao tratamento. Pense nos casos de portadores de doença autoimune ou oncológica, por exemplo. Todos são diferentes e reagem de maneira única e não existe mais espaço para procedimentos mecanizados que oferecem tratamento e acompanhamento como se todos fossem iguais ou se estivessem no mesmo estágio.

 

A situação demanda o acompanhamento por profissionais especializados e preparados para oferecer atendimento personalizado e humano, focado em se preocupar com aquele momento específico, com os caminhos para o avanço, com as dúvidas de cada etapa. Em maior escala, se o benefício for oferecido ainda no diagnóstico, o desenvolvimento de uma jornada de tratamento mais assertiva, que combine as particularidades e os detalhes de cada caso, com tratamentos eficazes e com avaliações constantes, é maximizado.

 

Nesse sentido, a tecnologia e suas ferramentas apoiam a gestão de saúde e os serviços ao paciente ao garantir o acesso à informação de que esse atendimento é necessário e para qual população é primordial, tornando mais preciso o diálogo entre os profissionais envolvidos e a atuação em equipe.

 

Tudo isso que envolve a gestão de saúde é pela busca da tão perseguida qualidade de vida que as empresas desejam oferecer, mas que nem sempre sabem como gerir. O ganho em confiança na equipe profissional que cuida do paciente é grande e isso se reflete em uma melhor resposta ao tratamento. Para auxiliar no desenvolvimento e na execução de programas que tenham esse foco, a bCare, empresa que integra o grupo Funcional Health Management, pode ajudar. Conheça mais sobre ela: <www.bcare.com.br>

 

*Texto de autoria de Andrea Uchoa – Diretora de Negócios da BCare

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