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Falta de padrão nos bancos de dados em saúde: como driblar a deficiência para gerar economia de recursos?

Falta de padrão nos bancos de dados em saúde: como driblar a deficiência para gerar economia de recursos?

Segundo maior custo de uma empresa depois da folha de pagamento, a área de saúde pode tirar o sono dos empresários. Se ela tem o poder de contribuir para o melhor desempenho dos negócios por meio da promoção da qualidade de vida e do bem estar, também tem influência direta para derrubar os indicares de sucesso de uma companhia. E a linha tênue que separa essas duas situações é a gestão total do benefício, capaz de apresentar um mapa completo do comportamento de uso dos beneficiários, gerando assim maior economia de recursos da empresa.

 

Na maioria dos casos essa ação ainda é falha e um dos muitos motivos que podemos destacar é a dificuldade existente por não haver um padrão ao tratar os dados de saúde. Exemplo disso é que cada médico utiliza um modelo de receita, cada plano de saúde um formato de autorização, cada operadora planifica seus extratos de um modo e assim por diante. Em função dessa dinâmica, a tarefa de consolidar os dados para dar origem a um panorama composto por informações úteis para a tomada de decisão se torna inviável (e quase impossível sem apoio especializado).

 

E a resposta para a pergunta sobre como driblar essa deficiência e gerar economia de recursos é, justamente, olhar para parceiros que sejam data driven e que tenham experiência em lidar com as particularidades da saúde. As equipes multidisciplinares formadas por analistas, atuários e cientistas de dados fazem parecer mágica que, ao toque de dois ou três cliques, uma empresa consiga ter uma visão global do que acontece com a sua população para decidir as ações preventivas ou de correção, facilitando a economia e uso racional de recursos.

 

Mas, não se engane! De mágica não tem nada. No caso da área de Health Analytics da Funcional, foi desenvolvida uma plataforma que consegue ler e interpretar diversas fontes de dados, por mais variado que seja o formato apresentado. De forma automatizada e atualizada constantemente, origina-se um banco de dados com estrutura única para que seja possível a economia de recursos por meio do cruzamento de variáveis para apresentar as conclusões relativas ao custo de cada companhia. E o benchmarking completa essa equação ao fornecer parâmetros de comparação com a média do mercado.

 

Tudo isso baseado em três pilares, que contribuem na economia de recursos:

 

– Tecnologia, que consegue integrar diversas fontes de dados e criar um banco de dados completo e padronizado, com informações individualizadas dos clientes e também do setor;

– Negócio, já que uma equipe altamente especializada consegue oferecer para as empresas respostas para as dúvidas que surgem no dia a dia;

– Matemática aplicada e estatística, que faz uso de inteligência artificial e inúmeros modelos preditivos para orientação dos clientes.

 

 

 

*Texto de autoria de Alexandre Vieira – Gerente de Data Science na Funcional Health Management

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